# JCN — estratégia de vídeo

## Direção
Construir preferência pela JCN em projetos de deck de maior valor por meio de decisões explicadas, execução observável e resultados verificáveis. Objetivo principal: oportunidades comerciais qualificadas. Objetivo de apoio: confiança e percepção de competência.

## O que está confirmado
Busca por cerca de quatro projetos mensais, na faixa desejada de US$ 25–30 mil. Atendimento direto a homeowners. Foco geográfico local, com endereço transcrito como “Huber” e Newton/Brookline entre os destinos desejados. Casas e flips fazem parte da atuação declarada. Uso predominante de subcontractors.

## Escolhas
Facebook recebe prioridade de acompanhamento com base na percepção da equipe; Instagram funciona como vitrine complementar. A reunião não comprova desempenho superior de um canal. LinkedIn e YouTube ficam para fase posterior. Não usar supostas vantagens atuais do algoritmo como fundamento. Durações serão determinadas pela função do vídeo e testadas.

## Caminho de percepção
Reconhecer que JCN faz decks → observar critério e execução → compreender escopo/valor → confiar nas pessoas e nos casos → iniciar conversa compatível com região e investimento.

## Banco prioritário de oportunidades
1. Uma decisão deste deck que a foto final não explica — autoridade e educação; 45–60s; depende de decisão técnica documentada.
2. Um tour que explica o projeto — demonstração; 45–60s; depende de deck concluído acessível.
3. O mesmo espaço, antes e depois — transformação; 30–45s; depende de imagens reais comparáveis.
4. Do pedido do homeowner à entrega — storytelling; 60–90s; depende de história e registro do caso.
5. O que está incluído no investimento — educação/objeção; 60–90s; depende de escopo e valores reais autorizados.
6. Casas no portfólio, decks no foco — posicionamento; 45–60s; mostrar papel exato da JCN em cada obra.
7. Por que Zé quer concentrar o trabalho em decks — personalidade; 30–45s; não inventar motivação técnica.
8. Quem faz o quê neste deck — bastidores/confiança; 45–60s; explicar papéis reais dos parceiros e da JCN.
9. O que levou um homeowner a escolher a JCN — prova social; 45–75s; depende de depoimento verdadeiro autorizado.
10. Da porta da casa ao deck — aspiração; 20–30s; mostrar espaço real sem inventar hábitos do cliente.
11. Como começa um projeto de deck com a JCN — objeção/processo; 45–60s; depende de fluxo comercial confirmado.
12. Seu projeto combina com o foco da JCN? — conversão; 25–40s; serviço, região e contato confirmados; faixa desejada não é tabela de preço.

## Primeira entrega
Priorizar vídeo 1 e vídeo 2, se houver deck disponível. Se o acesso for apenas a uma casa/flip, produzir vídeo 6 e vídeo 7 e reservar os casos de decks para a próxima captação. Não simular portfólio nem prometer conteúdo dependente de prova ausente.

## Cadência sugerida
Manter três publicações semanais totais. Uma base sustentável é um vídeo principal, um carrossel/foto derivado da mesma obra e uma terceira peça conforme pacote e acervo, que pode ser vídeo ou estático. Não assumir três vídeos por semana. Stories e anúncios recebem recortes autossuficientes dos materiais disponíveis.

## Produção
Antes do briefing, inventariar obra acessível, estágio, deck concluído, imagens anteriores, documentos de escopo, papéis reais e possíveis relatos de clientes. Captar contexto, ação e detalhe; falas curtas de Zé em bloco; preservar identificação de cada projeto nos brutos. Usar inglês como recomendação editorial para o público descrito, com legendas legíveis. Não há necessidade de roteiros completos nesta fase.

## Avaliação
Registrar origem do contato, serviço, cidade, intenção, compatibilidade de investimento e etapa comercial. Acompanhar consultas qualificadas, visitas/propostas, contratos e valor dos projetos. Retenção e compartilhamentos ajudam a diagnosticar a edição; seguidores e visualizações não substituem adequação comercial. Não há baseline para prometer quatro contratos mensais atribuídos ao conteúdo.

## Pendências antes dos roteiros
Portfólio real de decks; decisão técnica distintiva; papel em casas/flips; fluxo com subcontractors; exemplos de escopo/investimento; endereço e cobertura; canal de contato; idioma/apresentação; disponibilidade e autorização de clientes. Essas lacunas não impedem o mapa estratégico, mas condicionam os roteiros factuais.
